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MBA em Site Reliability Engineering (sre)
Inscreva-se na Site Reliability Engineering (Sre): Alta Disponibilidade e Sistemas Resilientes e avance agora!
- Indicado para O curso é voltado a profissionais de
- Instituição com nota máxima em avaliação MEC
- Currículo com Engenharia De Confiabilidade Em Nuvem
Sobre o curso
O curso desenvolve competências em confiabilidade de sistemas, automação, monitoramento e arquitetura resiliente para ambientes de alta disponibilidade.
Vantagens UNIASSELVI
- Selo ABMES renovado em 2026
- 1300 polos ativos pelo país
Mais de 1300 polos em todos os estados ampliam o acesso ao ensino UNIASSELVI.
- Nota máxima 5 direto do MEC
Nota máxima 5, no Conceito Institucional, em avaliação homologada pelo MEC.
- Aulas, biblioteca e suporte
O Leo App e o AVA integram aulas, biblioteca, materiais e suporte ao aluno.
Dê o próximo passo na sua carreira
Mercado de trabalho em Site Reliability Engineering (Sre): Alta Disponibilidade e Sistemas Resilientes
O mercado de trabalho para esse profissional está em empresas de tecnologia, cloud computing, fintechs e plataformas digitais. A alta demanda por estabilidade e escalabilidade de sistemas amplia as oportunidades na área.
Nossa Metodologia
Experiência que inspira
Uma jornada acadêmica pensada para ampliar suas possibilidades.
Suporte e qualidade sempre perto
Conte com professores e recursos que ajudam você a compreender os conteúdos, esclarecer dúvidas e avançar com mais segurança ao longo do curso.
Educação acessível e inovadora
Mensalidades que cabem no seu bolso, com um ensino pensado para te preparar para o mercado de trabalho.
Perguntas Frequentes
O que faz um profissional de Site Reliability Engineering?
Esse profissional utiliza engenharia de software para tornar operações mais confiáveis e automatizadas. Ele define SLOs, acompanha indicadores, melhora observabilidade, responde a incidentes e reduz trabalho manual. Também projeta mecanismos de resiliência, capacidade, escalabilidade e recuperação para serviços digitais críticos.
Como está o mercado de trabalho para profissionais de SRE?
O mercado está aquecido em empresas que dependem de plataformas digitais disponíveis continuamente. Bancos, fintechs, empresas SaaS, varejistas e negócios de tecnologia contratam profissionais para confiabilidade, observabilidade, cloud, automação, Kubernetes, resposta a incidentes e engenharia de plataformas em diferentes níveis de senioridade.
Quanto ganha um profissional de SRE no Brasil?
Segundo o Glassdoor Brasil (2026), profissionais de SRE apresentam média aproximada de R$ 13 mil mensais, com faixa típica próxima de R$ 8,9 mil a R$ 18,2 mil. Especialistas e profissionais seniores podem alcançar valores superiores em ambientes críticos e complexos.
Em quais áreas pode atuar quem conclui o MBA em Site Reliability Engineering?
As principais frentes profissionais incluem em ambientes digitais críticos: Site Reliability Engineering e DevOps Observabilidade, monitoramento e telemetria Cloud, Kubernetes e engenharia de plataforma Gestão e automação de incidentes Engenharia de caos e resiliência Continuidade, recuperação de desastres e liderança técnica
Qual é a diferença entre SRE e DevOps?
DevOps é uma cultura e um conjunto de práticas para aproximar desenvolvimento e operações. SRE é uma disciplina de engenharia que aplica princípios concretos, como SLOs, error budgets, automação e redução de toil. Muitas empresas utilizam as duas abordagens de forma complementar.
O que são SLI, SLO e SLA?
SLI é o indicador medido, como disponibilidade ou latência. SLO é a meta interna definida para esse indicador. SLA é um compromisso formal com clientes e pode incluir penalidades. A combinação ajuda equipes a alinhar confiabilidade, prioridades técnicas e expectativas do negócio.
Engenharia de caos significa provocar falhas em produção sem controle?
Não. A prática começa com hipóteses, limites de segurança e testes controlados. O objetivo é descobrir vulnerabilidades antes que incidentes reais causem grandes impactos. Experimentos devem considerar maturidade, observabilidade, possibilidade de reversão e aprovação das áreas responsáveis em cada ambiente.
Post-mortem sem culpabilização melhora a confiabilidade?
Sim. Um post-mortem blameless busca entender fatores técnicos e organizacionais sem procurar culpados. Isso favorece transparência, aprendizado e ações preventivas. O documento deve registrar impacto, linha do tempo, causa raiz, resposta, oportunidades de melhoria, responsáveis e prazos para acompanhamento.


