O Selo ABMES de Compromisso com a Empregabilidade reforça o foco na carreira.
Pós-Graduação em Engenharia de Redes 5g/6g
Inscreva-se na Engenharia de Redes 5G/6g e Conectividade Industrial e avance agora!
- Indicado para O curso é voltado a engenheiros
- Instituição com nota máxima em avaliação MEC
- Currículo com Core De Rede 5G E Virtualização (Nfv
Sobre o curso
O curso aborda as novas tecnologias de telecomunicações e redes privadas para indústria.
Vantagens UNIASSELVI
- Selo ABMES renovado em 2026
- 1300 polos ativos pelo país
Mais de 1300 polos em todos os estados ampliam o acesso ao ensino UNIASSELVI.
- Nota máxima 5 direto do MEC
Nota máxima 5, no Conceito Institucional, em avaliação homologada pelo MEC.
- Aulas, biblioteca e suporte
O Leo App e o AVA integram aulas, biblioteca, materiais e suporte ao aluno.
Dê o próximo passo na sua carreira
Mercado de trabalho em Engenharia de Redes 5G/6g e Conectividade Industrial
O mercado de trabalho para esse profissional está em telecomunicações, indústria, infraestrutura e tecnologia. A expansão das redes inteligentes impulsiona novas oportunidades no setor.
Nossa Metodologia
Experiência que inspira
Uma jornada acadêmica pensada para ampliar suas possibilidades.
Suporte e qualidade sempre perto
Conte com professores e recursos que ajudam você a compreender os conteúdos, esclarecer dúvidas e avançar com mais segurança ao longo do curso.
Educação acessível e inovadora
Mensalidades que cabem no seu bolso, com um ensino pensado para te preparar para o mercado de trabalho.
Perguntas Frequentes
O que faz um profissional de Engenharia de Redes 5G/6G?
Esse profissional planeja, implanta, integra e otimiza redes móveis avançadas. Ele trabalha com rádio, core, virtualização, network slicing, Open RAN, edge computing e redes privadas, garantindo conectividade, capacidade, baixa latência, segurança e disponibilidade para usuários, dispositivos e operações industriais.
Como está o mercado de trabalho para profissionais de redes 5G e 6G?
A expansão do 5G e das redes privadas cria oportunidades em operadoras, fabricantes, integradoras, indústrias e consultorias. A demanda envolve planejamento, implantação, otimização, virtualização, Open RAN, IoT industrial e edge computing. O 6G ainda está em pesquisa e preparação tecnológica.
Quanto ganha um engenheiro de redes no Brasil?
Segundo o Glassdoor Brasil (2026), Network Engineers recebem em média cerca de R$ 10,5 mil mensais, com faixa provável de R$ 7,6 mil a R$ 14,5 mil. Profissionais seniores podem alcançar médias próximas de R$ 14 mil ou valores superiores.
Em quais áreas pode atuar quem tem especialização em Engenharia de Redes 5G/6G?
As principais frentes profissionais incluem: Planejamento e otimização de redes móveis Core 5G, NFV, SDN e network slicing Open RAN e integração multivendor Redes privadas 5G e IoT industrial Edge Computing e conectividade crítica Arquitetura, consultoria e liderança em telecomunicações
Qual é a diferença entre rede pública e rede privada 5G?
A rede pública atende usuários de uma operadora em ampla cobertura. A rede privada é dedicada a uma organização ou local, permitindo maior controle sobre segurança, desempenho, prioridade e disponibilidade. Ela é útil em fábricas, portos, minas, hospitais e ambientes críticos.
Open RAN pode mudar o mercado de telecomunicações?
Sim. O Open RAN propõe interfaces abertas e componentes desagregados, favorecendo integração entre fornecedores e maior flexibilidade arquitetural. Ao mesmo tempo, cria desafios de sincronismo, desempenho, segurança e operação. Profissionais preparados podem atuar em testes, integração, otimização e arquitetura.
O que o 6G acrescentará às redes atuais?
O 6G deve ampliar capacidade, inteligência e integração entre comunicação e sensoriamento. Pesquisas incluem frequências terahertz, superfícies inteligentes, redes AI-native e latência extrema. Embora a adoção comercial ainda esteja distante, compreender essas tendências ajuda no planejamento tecnológico de longo prazo.
Essa especialização é indicada para profissionais de infraestrutura e automação?
Sim. Profissionais de redes, telecomunicações, infraestrutura, automação e IoT podem aproveitar a formação para compreender conectividade industrial e arquiteturas móveis. A especialização é especialmente relevante para quem participa de projetos com dispositivos, edge computing, operações remotas ou modernização de plantas.


