O Selo ABMES de Compromisso com a Empregabilidade reforça o foco na carreira
Pós em Engenharia de Confiabilidade
A pós-graduação em Engenharia de Confiabilidade e Observabilidade (SRE) foi desenvolvida para formar profissionais com domínio técnico avançado e capacidade de aplicar esse conhecimento na prática.
- Indicado para graduados que desejam ampliar conhecimentos e desenvolver a carreira
- Instituição com nota máxima em avaliação MEC
- Currículo com Observabilidade E Monitoramento Avançado
Sobre o curso
A Pós-Graduação em Pós-Graduação em Engenharia de Confiabilidade e Observabilidade (SRE) foi desenvolvida para formar profissionais com domínio técnico avançado e capacidade de tomada de decisão estratégica em contextos reais de mercado. Ao longo do curso, o estudante desenvolve competências aplicadas, integrando teoria, prática e resolução de problemas, com foco em geração de valor, inovação e alta performance profissional. A formação é orientada às demandas atuais do mercado, preparando o profissional para atuar com protagonismo em ambientes dinâmicos e competitivos.
Vantagens UNIASSELVI
- Selo ABMES renovado em 2026
- 1300 polos ativos pelo país
Mais de 1300 polos em todos os estados ampliam o acesso ao ensino UNIASSELVI
- Nota máxima 5 direto do MEC
Nota máxima 5, no Conceito Institucional, em avaliação homologada pelo MEC.
- Aulas, biblioteca e suporte
O Leo App e o AVA integram aulas, biblioteca, materiais e suporte ao aluno.
Dê o próximo passo na sua carreira
Mercado de trabalho em Engenharia de Confiabilidade e Observabilidade (SRE)
O mercado apresenta alta demanda por profissionais especializados, com oportunidades em empresas de tecnologia, indústrias, consultorias, startups e projetos próprios. O egresso poderá atuar em funções estratégicas, técnicas e de liderança, contribuindo diretamente para inovação, eficiência operacional e crescimento organizacional.
Nossa Metodologia
Experiência que inspira
Uma jornada acadêmica pensada para ampliar suas possibilidades.
Suporte e qualidade sempre perto
Conte com professores e recursos que ajudam você a compreender os conteúdos, esclarecer dúvidas e avançar com mais segurança ao longo do curso.
Educação acessível e inovadora
Mensalidades que cabem no seu bolso, com um ensino pensado para te preparar para o mercado de trabalho
Perguntas Frequentes
O que faz um profissional de Engenharia de Confiabilidade e Observabilidade?
Esse profissional mede e melhora a confiabilidade de serviços digitais. Ele define indicadores, instrumenta logs, métricas e traces, investiga incidentes, automatiza respostas e planeja capacidade. Também trabalha para reduzir tarefas manuais e equilibrar velocidade de entrega, desempenho e disponibilidade.
Como está o mercado de trabalho para profissionais de SRE e observabilidade?
O mercado está aquecido em empresas que dependem de plataformas digitais disponíveis continuamente. Bancos, fintechs, empresas SaaS, varejistas e negócios de tecnologia contratam profissionais para SRE, observabilidade, cloud, performance, automação, incidentes e engenharia de plataforma em diferentes níveis.
Quanto ganha um Site Reliability Engineer no Brasil?
Segundo o Glassdoor Brasil (2026), Site Reliability Engineers recebem em média cerca de R$ 12,7 mil mensais, com faixa típica aproximada de R$ 8,3 mil a R$ 17 mil. Profissionais líderes ou especialistas em ambientes críticos podem alcançar remunerações superiores.
Em quais áreas pode atuar quem tem especialização em Confiabilidade e Observabilidade?
As principais frentes profissionais incluem: Site Reliability Engineering e engenharia de plataforma Observabilidade, telemetria e monitoramento avançado Performance, capacidade e testes não funcionais Engenharia de caos e resiliência Automação de incidentes e AIOps Cloud, consultoria e liderança técnica
Qual é a diferença entre monitoramento e observabilidade?
Monitoramento acompanha métricas e condições conhecidas por meio de painéis e alertas. Observabilidade permite investigar situações novas usando logs, métricas e traces correlacionados. Ela ajuda a compreender o comportamento interno do sistema, mesmo quando a causa do problema ainda não é conhecida.
Engenharia de caos pode ser aplicada com segurança?
Sim, quando os experimentos possuem hipóteses, limites, observabilidade e possibilidade de interrupção. A prática deve começar em ambientes controlados e evoluir conforme a maturidade. O objetivo não é provocar indisponibilidade, mas descobrir fragilidades antes que falhas reais causem impactos maiores.
AIOps e agentes autônomos substituirão profissionais de operações?
Não. Essas tecnologias podem correlacionar alertas, detectar anomalias e automatizar respostas repetitivas, mas decisões complexas ainda exigem contexto humano. O profissional passa a dedicar mais tempo a engenharia, melhoria de processos, análise de riscos e supervisão das automações implementadas.
Post-mortems sem culpabilização melhoram a confiabilidade?
Sim. Um post-mortem blameless investiga fatores técnicos, processos e decisões sem buscar culpados. Isso incentiva transparência e aprendizado. O documento deve registrar impacto, linha do tempo, causas, resposta e ações preventivas, permitindo acompanhar melhorias e reduzir a recorrência de incidentes semelhantes.


